Faz pouco mais de 2 meses que tudo acabou.
Que estranho,
Que estranho,
Estranho por ter sido tão intenso e rápido.
Os dias tem parecido ser tão arrastados ultimamente. Mas pelo o que vejo eles tem passado na mesma velocidade de sempre.
Que estranho.
Os dias dessa semana foram tensos e pesados. Uma mistura de tensão, orgulho e estresse.
Caio no desafio frequente de tentar me desvencilhar das lembranças do passado. "Esquecer o inesquecível".
Será esse um desafio apalpável?
Seremos nós os responsáveis por vencer tamanho desafio?
Será que ainda existe o nós?
Os dias tem parecido ser tão arrastados ultimamente. Mas pelo o que vejo eles tem passado na mesma velocidade de sempre.
Que estranho.
Os dias dessa semana foram tensos e pesados. Uma mistura de tensão, orgulho e estresse.
Caio no desafio frequente de tentar me desvencilhar das lembranças do passado. "Esquecer o inesquecível".
Será esse um desafio apalpável?
Seremos nós os responsáveis por vencer tamanho desafio?
Será que ainda existe o nós?
O tempo passa, os dias gelados caminham rumo à extinção e a primavera toma as ruas, vitrines e sorrisos. Mas como sempre, ainda há resquícios de nós dentro dos nós que ficou. Pelo jeito só em mim.
Hoje madruguei na estrada. Preferi não olhar para o retrovisor, só quando houvesse real necessidade e ainda bem que não houve. Certos costumes me lembram você.
Como consequência. acabei voltando mais cedo e então foi inevitável olhar para o céu e me perder nas lembranças inesquecíveis.
Zé Ramalho me acompanhou dessa vez, grande Zé! Sempre me traduz ao cantar 'chão de giz'. Quem sabe em uma noite dessas de sábado, em alguma mesa de bar, alguém me convide para assumir o microfone e eu tenha o prazer de canta-la olhando para ti.
Você bem sabe, adoro um microfone.
Volto do meu desvaneio.
E volto a me perguntar:
Como esquecer o inesquecível?
Será capaz o bicho homem vencer tamanho desafio?
Hoje madruguei na estrada. Preferi não olhar para o retrovisor, só quando houvesse real necessidade e ainda bem que não houve. Certos costumes me lembram você.
Como consequência. acabei voltando mais cedo e então foi inevitável olhar para o céu e me perder nas lembranças inesquecíveis.
Zé Ramalho me acompanhou dessa vez, grande Zé! Sempre me traduz ao cantar 'chão de giz'. Quem sabe em uma noite dessas de sábado, em alguma mesa de bar, alguém me convide para assumir o microfone e eu tenha o prazer de canta-la olhando para ti.
Você bem sabe, adoro um microfone.
Volto do meu desvaneio.
E volto a me perguntar:
Como esquecer o inesquecível?
Será capaz o bicho homem vencer tamanho desafio?
Por: Mariana Arantes

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