Vejo coisas, percebo o mau me rondando e reflito (quase piro) durante as frias e vazias madrugadas.
Nada acontece como o imaginado. Somos capazes de calcular os riscos mas não podemos evita-los em 100%.
As falsas palavras de aconchego emocional e psicológico chegam até os ouvidos. São absorvidas com minuciosidade e cuidado.
O passado ronda e traz as experiências vividas.
Calma!
Essa palavra já virou um mantra interior.
Respira!
Um ato contínuo, ordenado pelo coração.
Um tiro no escuro neste momento pode ser fatal.
O corpo como um todo soa frio, as mãos soam exageradamente durante todo o dia e as vezes um leve tremor sobe pela espinha e anuncia um novo risco.
Risco...
Palavra rotineira, vivenciada e desmistificada vagarosamente durante a semana.
Tudo novo, tudo extremamente recente e desconhecido.
Arriscar ou esperar a hora certa? Qual será a hora certa, quem saberá qual é a hora e como reagir à ela?
Este é um novo risco à se correr...
Mariana Arantes

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